5. Instalação no Cliente e Acesso aos Dados

Atenção: Este artigo foi inteiramente gerado por IA e ainda não passou por revisão humana. Prossiga com cuidado.


Este artigo explica como a Ema.IA passa a ser instalada diretamente no ambiente do cliente, o que muda no processo de implantação, e como os aplicativos (celular, desktop e navegador) conseguem consultar os dados do ERP sem que a TI do cliente precise abrir portas ou expor o servidor na internet.

Este artigo descreve o novo modelo de instalação, com registro automático. Clientes configurados pelo modelo anterior (token gerado no Painel Administrador) continuam funcionando normalmente e serão migrados aos poucos.


Como a Ema.IA acessa os dados do cliente

Os dados do cliente estão no banco de dados do ERP, dentro da rede dele. Já o usuário pode estar em qualquer lugar — inclusive no celular, usando os dados móveis. A pergunta que a TI do cliente sempre faz é:

"Então vocês precisam que eu abra uma porta ou exponha o servidor na internet?"

Não. E o motivo é simples: invertemos o sentido da conexão.

Junto com a Ema.IA é instalado no servidor do cliente um componente chamado Runtime Local. Assim que ele sobe, é ele quem liga para o servidor da Ema — e deixa essa ligação aberta o tempo todo. Quando a Ema precisa de alguma informação, ela apenas fala na linha que já está aberta.

Pense assim: em vez de a Ema tocar a campainha da casa do cliente (e para isso precisar do endereço e de alguém para abrir o portão), é o cliente que liga para a Ema quando acorda e deixa o telefone fora do gancho.

Para o firewall do cliente, isso é apenas uma saída HTTPS — o mesmo tipo de tráfego de um navegador abrindo um site. Praticamente toda rede corporativa já libera isso por padrão.

- O caminho de uma pergunta

Quando o usuário pergunta algo no celular, acontece o seguinte:

O ponto que resolve tudo: o celular nunca fala com o servidor do cliente. Ele nem sabe onde esse servidor fica. Os dois lados falam com a Ema, e a Ema faz a ponte. Isso vale igualmente para o aplicativo desktop e para o navegador — nenhum deles precisa estar dentro da rede do cliente.

- O que o Runtime Local pode e não pode fazer

A conexão aberta não dá acesso livre ao servidor. O Runtime Local só sabe executar aquilo que veio programado dentro dele, e hoje isso é uma coisa só: consulta de leitura no banco de dados.

Para interromper o acesso a qualquer momento, basta parar o serviço no servidor do cliente ou revogar a credencial daquele cliente no Painel Administrador.


O que muda na implantação: o registro é automático

No modelo anterior era necessário gerar um token no Painel Administrador e colá-lo no assistente de configuração dentro do Ema ERP. Isso não é mais necessário.

Agora, na primeira vez que sobe, o Runtime Local se registra sozinho:

Se o processo for interrompido no meio (queda de internet, por exemplo), ele simplesmente tenta de novo na próxima vez, sem duplicar nada e sem perder a credencial já criada.

O registro automático depende da licença do cliente estar em dia e com a Ema.IA contratada. Se o cliente não aparecer no Painel Administrador depois da instalação, verifique a licença antes de acionar o suporte.


Onde a Ema.IA é instalada

A instalação varia conforme o ambiente do cliente:

- Cliente com Ema ERP em servidor

É o caso mais comum. A Ema.IA e o Runtime Local são instalados na pasta do Contas ERP, e o Runtime Local é registrado como um serviço do Windows, para subir sozinho junto com o servidor, sem depender de alguém estar logado na máquina.

- Estação de trabalho

Nas máquinas dos usuários é instalado apenas o aplicativo da Ema.IA, na pasta do próprio usuário, sem necessidade de permissão de administrador. Essas máquinas não têm Runtime Local — elas usam o que está no servidor.

- Cliente sem Ema ERP

Apenas o aplicativo, com atalho no menu iniciar. Não existe Runtime Local nesse caso, pois não há banco do ERP para consultar.

As atualizações são automáticas nos três casos. Quando o Runtime Local é atualizado, ele espera as consultas em andamento terminarem antes de reiniciar, e se a nova versão falhar ao subir ele volta sozinho para a versão anterior.


O que precisa ser liberado na rede do cliente

Somente a saída para o domínio ema.ia.br, em HTTPS. Nada de entrada.

Para conferir se está liberado, no servidor do cliente abra o link https://ema.ia.br/api/v1/ no navegador. Se estiver tudo certo, aparece:

{"status":"Running"}

Ou, se preferir, pelo PowerShell:

(Invoke-WebRequest https://ema.ia.br/api/v1/).StatusDescription

Se a resposta for diferente de OK, existe algo bloqueando a conexão — normalmente o firewall ou o proxy da rede.


Conferindo se a instalação deu certo

Se algo não funcionar, os registros de funcionamento ficam na pasta runtime\logs, dentro da pasta de instalação da Ema.IA no servidor, organizados por data. Eles são o primeiro lugar a olhar e o que o suporte vai pedir.

- Situações comuns

Perguntas frequentes da TI do cliente

Precisa abrir porta no firewall? Não. Apenas saída HTTPS para ema.ia.br.

Precisa de IP fixo, DNS público ou VPN? Não.

O banco de dados fica exposto na internet? Não. Só o Runtime Local, de dentro da rede, conversa com o banco.

A Ema consegue alterar dados no sistema? Não. A única operação disponível é consulta de leitura.

Como interromper o acesso? Parando o serviço no servidor ou revogando a credencial do cliente no Painel Administrador.


Ficou alguma dúvida?

Entre em contato com o suporte da Ema.IA. Se a dúvida for recorrente, atualizaremos este artigo — sugestões são bem-vindas.


Revision #2
Created 20 August 2026 15:09:51 by Samantha Nunes
Updated 20 August 2026 15:41:45 by Samantha Nunes